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O que é necessário para que possamos exercer esse conceito? Quem produz sutiã esmera-se em pesquisa de tecidos, cores, tendências e geralmente coloca a qualidade como um de seus pilares, mas será que realemente emprega sos princípios da qualidade, diariamente, na empresa? Afinal, nada é tão bom que não possa ser melhorado. A gestão da qualidade começou após a Segunda Guerra Mundial, nos anos 50, num Japão dstruído e arrasado que graças à sua implementação, se recuperou financeiramente. O modelo, copiado pelo ocidente, só 30 anos depois tomou impiulso. E foi justamente na década de 80 que o mundo começou a tomar uma nova fórmula, tanto no vestir como no observar. A gestão da Qualidade segue o princípio de “fazer melhor desde a primeira vez, aperfeiçoando sempre”, procurando atender as necessidades do ser humano. MELHORES RESULTADOS COM OFERTAS NECESSÁRIAS Para buscar melhores resultados, comece seguindo quatro regras básicas: deteraminação (querer fazer), comprometimento (não desistir), aceitar as mudanças (mudar para melhor) e conhecimento (aprender cada vez mais). Afirme: “nós podemos ser mais eficientes do que imaginamos”. A cada diamais exigente, atento e ciente de seus direitos, o consumidor faz as normas e dita as regras. Empresas modernas estão voltadas para o cliente, considerado o veredadeiro motivo pelo qual elas existem, oferecendo, portanto, o que o consumidor necessita, no preço que pode pagar, no modelo que deseja comprar, e com um atendimento que o cative. OFERECER MUITO, RECEBER EM DOBRO Mais do que oferecer aos clientes o que esperam, precisamos oferecer mais do que esperam. Temos, na verdade, que surpreendê-los. Não seguir esse preceito é correr um sério risco de perder a competitividade, para um adversário cada vez mais ágil, eficaz e comercialmente bem preparado. Tendo em vista o conceito de emabalagem como “vitrinemóvel”, imaginamos que a beleza do invólucro influencia nas vendas do produto. Esta é com certeza uma meia verdade que precisa ser complementada. Acondicionada à beleza e criatividade, deve estar a qualidade. E quando se diz qualidade, ela deve ser total. ALIANDO PREÇO COM QUALIDADE Pois a consumidora avalia o desempenho através de um complexo trabalho de análise, que vai gerar o chamado “greau de satisfação”. De nada adiantam as peças de uma coleção serem cheias de valores agregados se o que fica escondido – no caso o bojo, for inferior ou inadequado. Mas como alinhar os valores, como aliar preço com qualidade? A nova linha de bojos da DELFA veio para acabar com esse problema, sendo possível produzir peças perfeitas com baixo custo e alto investimento em qualidade, mesmo em pequenas quantidades. Disposta a ser a número Um no segmento, a fabricante de bojos tem apresentado qualidade, tecnologia e preços que cabem nas dobras da costura, ou falta delas.
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